Importante é preservar a memória dos lugares. OLHÃO é a minha Cidade.

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Rua de Diogo Mendonça Corte-Real

 

 


  Inicia-se na Avenida 16 de Junho, no Auditório Municipal Maria Barroso e termina numa passagem para a Rua General Humberto Delgado, sem saída para trânsito. 

Cruza com as ruas Gil Eanes, Manuel Tomé Viegas Vaz, Lavadouros , Avenida da República e do Capelo 


 

 Começou por chamar-se Rua do Padre Tomás. Mas como por aqui entrava um esteiro navegável, onde os morraceiros nas suas lanchas faziam a descarga de morraça que apanhavam na ria, tornou-se Rua dos Morraceiros.

  


  

foto google maps
 

 

 


DIOGO DE MENDONÇA CORTE REAL - Nasceu em Moncarapacho em 1658.

Foi Secretário de Estado de D. João V e um dos fundadores da Academia Real de História.

Faleceu em Lisboa em 1736.




 


segunda-feira, 6 de julho de 2026

A Indústria Conserveira - Começo Dourado


 A  preparação da conserva de sardinha em azeite iniciou-se na cidade de Nantes em 1825, com bastante êxito.

 40 anos depois este sistema de conserva em azeite foi aplicado ao atum na fábrica Ramirez, em Vila Real de Santo António. Em 1878, aparece a primeira Fábrica de Sardinhas em azeite, em Setúbal.

 

 


Embora já existissem algumas pequenas fábricas de peixe em salmoura, a primeira fábrica de conservas em azeite, fundada em Olhão, foi a F. Delory, em 1892.  Ainda em 1892 , surge a empresa Júdice Fialho. A J. A. Pacheco é criada em 1893 e  também, provavelmente, a Ramirez & Ca. A firma Gio Batta Trabuco instala-se em 1896.

 

 


 


 Nos dez anos seguintes, instalam-se as empresas Manuel António Soares, Michel Migone,  Feu Hemanos, Cristina & Quintas, Gozo Amanzio e João Viana Cabrita. 

Entre 1907 e 1918, começam a trabalhar as fábricas Nicolo Lazzara, Cristóvão Martins Viegas Júnior, Augusto Bruno, Quinta, Lda., Saias Irmãos, Lda, Guerreiro & Ca. Lda., Domingos Lourenço Baeta, J. Reis Silva, Aliança Fabril, Lda., Figueira & Ca. Lda. e Honrado & Honrado, Lda..

 

 


 

 No contexto nacional, a produção de conservas de peixe em Portugal, atingiu 25.490 toneladas no ano de 1912. No fim de 1914 aquele numero baixou para 18.500 toneladas,voltando a subir para 25.269 em 1915. De 1919 até 1930, as exportações rondavam as 34.000 toneladas por ano.